Leve essa saia suja para longe daqui,
volte com essa mala, cuia e bagagem para o buraco de onde saiu.
Esqueça que me conhece, que um dia me viu.
Limpe meu nome e lave essa alma.
Aqui não há tempo de desespero,
pela porta só paz, bebida e calma.

Leve essa saia suja para quando partir,
mas vá de vez.
Que eu, me lavo sem me despedir.
Deixe o silêncio e a solidão,
que me acostumei assim.
Leve essa saia suja para longe de mim.

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