Meu instinto de fera
desperta ,
pela mão do bicho que me aponta uma arma.
Minha arma é a força,
e a sua é a ruína.
É bala que mata,
veneno agressor.
Luto com minha garra de vida,
e me orgulho.
Já você, bicho com lei,
com a mão que me aponta,
se condena,
com o ódio que atira
nunca se armou para o amor.

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